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quarta-feira, 27 de abril de 2011
"V"
Um dia na escola um garoto,chamado Bruno estava sentado em sua classe durante a aula de matemática. Faltavam seis minutos para a aula terminar. Enquanto ele fazia os exercícios, uma coisa chamou sua atenção.A carteira dele era ao lado da janela, ele se virou e olhou para o pátio do lado de fora. Tinha algo que parecia uma foto jogado no chão. Quando a aula acabou, ele correu até o lugar que ele tinha visto a foto. Ele correu o mais rápido que podia para que ninguém pegasse ela antes dele.
Ele pegou a foto e sorriu. Na foto havia a imagem da garota mais linda que ele tinha visto. Ela tinha um vestido apertado e uma sandália vermelha, seu cabelo era ondulado e sua mão direita tinha um sinal de "V", formado com os dedos indicador e médio.
Ela era tão linda que ele a quis conhecer, então ele percorreu toda a escola perguntado para todos que passavam se alguém já tinha visto aquela garota. Mas todos respondiam "Não". Ele estava arrasado.
Quando chegou em casa, ele perguntou para sua irmã mais velha se ela a conhecia, mas infelizmente ela também disse "Não." Já era tarde, Bruno subiu as escadas, colocou a foto na cabeceira de sua cama e dormiu.
No meio da noite Bruno foi acordado por um barulho na janela. Era como uma unha batendo. Ele ficou com medo. Após as batidas ele ouviu uma risadinha. Ele viu uma sombra próxima a sua janela, então ele saiu da cama, ele andou até a janela, abriu e procurou pelo lugar que vinha a risada, não havia nada e a risada parou. (...)
No dia seguinte ele foi perguntar para seus vizinhos se eles conheciam a garota. Todos falaram "Desculpe, não.". Ele perguntou até mesmo para sua mãe assim que ela chegou em casa. Ela disse "Não.". Ele foi para o quarto, colocou a foto na cabeceira e dormiu.
Novamente ele foi acordado pelas batidas na janela. Ele pegou a foto e seguiu as risadinhas. Ele saiu desceu as escadas, seu de casa pela porta e foi atravessar a rua quando de repende foi atingido por um carro. Ele estava morto com a foto em suas mãos.
O motorista do carro saiu e tentou ajudar, mas era tarde demais. Derrepente o motorista vê uma fotografia e a pega.
Ele vê uma linda garota com três dedos levantados.
terça-feira, 11 de maio de 2010
"As crianças"
Junto com a primavera, chega um forasteiro. Um rapaz de São Paulo que está fazendo pesquisas com os insetos da região. Ele se hospeda no único hotel da cidade. Ao pegar as chaves, recebe uma advertência do atendente:
- Muito cuidado, Doutor. As noites de primavera dessa cidade são amaldiçoadas...
- Mas por que? Perguntou o rapaz...
- Demônios do inferno... todas as noites eles saem para fazer algazarra. São dezenas de crianças que atormentam a cidade. Elas já mataram muita gente por aqui... - Mas que bobagem...
O jovem pegou suas coisas e foi para o seu quarto. Com o cair da noite, o rapaz se preparava para sair em sua busca por exemplares de insetos na região. Ficou preocupado com a história do atendente mas pegou seu facão por garantia. Ele achava que deveriam ser delinqüentes, e não demônios...
E lá se foi, o biólogo em busca de seus animaizinhos... uma cigarra aqui, um gafanhoto dali... até que o silencio se torna total na cidade. Seu relógio marcara meia-noite e os ponteiros não se movimentavam mais. O jovem puxa seu facão e fica preparado. Ele escuta sons. Vozes. Vozes de crianças. É impossível entender o que elas diziam... mas vinham em sua direção. Não era possível identificar as imagens, apenas vultos que se moviam rapidamente. E estavam se aproximando. O desespero toma conta do rapaz. Eles vem em sua direção. Ele tenta fugir, mas as crianças são mais rápidas do que ele. Até que as crianças o pegam e o levam para a porta da igreja sendo arrastado pelas pernas. Elas são muito fortes e rápidas. Gritos, risadas e muitos gemidos. As crianças batem a mão dele no chão e gritam a cada pancada. O rapaz sente dores terríveis.
Uma das almas pega o facão de sua mão. Outras duas o deitam de costas para o chão. Preocupado, e prevendo sua morte, ele fecha os olhos e ouve o barulho do seu facão batendo no chão de terra. Ao abrir os olhos, as crianças haviam sumido e seu facão estava cravado na terra. O jovem não entendia como poderiam ter enterrado um facão de 30 centímetros até o cabo .
Depois de passar o susto, ele resolve retirar sua arma da terra. Depois de muita dificuldade ele resolve cavar para facilitar a saída da arma. Mas ao cavar uns 20 centímetros de solo ele sente que seu facão está cravado em algo sólido. Era branco. Ao retirar mais terra do local ele percebe a surpresa. Era um crânio. De uma criança indígena, ainda com os colares e peças de rituais. Ao tocar no crânio, as crianças aparecem repentinamente ao seu lado, porém em silêncio. Agora ele consegue definir seus rostos. Elas pedem para que ele continue cavando. Ele busca uma pá e cavar em volta da igreja. O jovem rapaz encontra dezenas de corpos e descobre o mistério. As crianças atormentavam a vila porque ela foi construída sobre um cemitério de crianças indígenas, dizimadas pela colonização da região. Suas almas não conseguiam descansar em paz até que as casas que estavam sobre o terreno sagrado foram removidas do local.
Depois desse dia, os "demônios baderneiros" nunca mais forma vistos na cidade
por: Reinaldo Ferraz
quarta-feira, 5 de maio de 2010
O espírito atormentado

A mudança foi tranqüila. Poucas peças de cristal foram quebradas na hora de colocar no caminhão. Apenas alguns móveis pouco arranhados. O saldo final foi bom.
A família vivia tranqüilamente. O casal que estava junto há 7 anos, com dois filhos. Um de 14 anos e uma menina de 3. Além do sogro do rapaz, que perdera sua companheira de longos anos há pouco tempo e resolveu viver com seus parentes.
As crianças Angélica e Edgar brincavam tranqüilamente na rua. O casal Eduardo e Michele fazia os planos para o futuro enquanto o ancião da família, Sr. Fernando gostava de ler jornais na sala, próximo da TV.
Certo dia, a campainha toca. Fernando resolve atender e não encontra ninguém. Retorna para suas atividades e depois de alguns minutos a campainha toca novamente. E lá vai Fernando atender e não encontra ninguém. Por um momento, ele chegou a tirar uma conclusão precipitada:
- Devem ser as crianças brincando.
O Sr. Fernando deixou a campainha tocar, umas três vezes. Depois resolveu sair e pedir para que as crianças entrassem. Ele resolve questionar as crianças se eram elas que estavam fazendo a brincadeira com a campainha, mas a resposta foi negativa.
Ele resolve pegar quem estava fazendo esse tipo de brincadeira. Fica escondido no quintal para fazer uma surpresa para o engraçadinho.
Quando a campainha toca, o velhinho sai rapidamente de seu esconderijo para pegar quem estava fazendo essa brincadeira. Mas para sua surpresa não havia ninguém. Ele se pergunta quem poderia ter feito isso? Em seguida, a campainha toca novamente e Fernando não vê ninguém. A campainha volta a tocar incessantemente, como se quisesse chamar a atenção do senhor. Mas ele não se abala. Acredita ser um curto circuito que pode ser resolvido facilmente.
Depois de desligada a campainha, a família viveu tranqüilamente por alguns dias. Até que a filha caçula, Angélica, tivesse um contato com alguém que não conhecia.
A pequena criança acordou a noite e viu uma luz vinda da cozinha. A pequena curiosa queria saber o que era aquela luz. Era uma mulher, vestida de branco, que não falava nenhuma palavra. Ficava estática em frente da criança.
A mulher sumiu de repente. A criança não teve nenhuma reação anormal. Voltou para cama e foi dormir novamente.
No dia seguinte, Angélica foi contar aos seus pais o que havia acontecido. Eles não acreditavam pois deveria ser apenas um sonho da menina. Mas, na mesma noite o fato se repetiu. Angélica saia de seu quarto e encontrava a mulher de branco, parada na cozinha. Agora com o rosto cheio de lágrimas mas ainda sem dizer nada. O silêncio absoluto reinava no recinto até que a mulher desaparecesse.
Novamente a criança foi contar para os pais e foi ignorada, pois ela poderia estar apenas inventando aquela história. Mas na noite seguinte a criança teve mais sucesso na comunicação com a alma iluminada.
Ao ver a luz vinda da cozinha, Angélica não se levantou. Mas dessa vez o espírito veio até ela e a chamou para ir até a cozinha. A criança relutou mas resolveu acompanhar a alma. Flutuando pela cozinha, o espírito daquela mulher parou ao lado de uma parede. Ela voltara a chorar e apontar para aquela parede. A criança começava a ficar assustada mas recebia uma grande paz dessa pessoa. Era uma mulher doce, que adorava crianças. Angélica não queria ir embora e a alma continuava apontando para a parede. Alguns minutos depois, a alma foi desaparecendo e a pequena Angélica procurava o que haveria naquela parede.
Logo pela manhã, a criança corre para a cama dos pais para contar o que acontecera e novamente foi desiludida pelos mesmos. Mas as aparições começaram a se tornar constantes e todas as noites a dama de branco chamava por Angélica e apontava para aquele ponto da parede. Os pais resolveram leva-la ao médico, mas nada diagnosticaram. As dúvidas e as aparições continuavam. Chegaram ao ponto de acompanhar uma noite da menina. Mas o espírito não aparecia na presença dos adultos.
Até que um dia os pais resolveram quebrar a parede para acabar com o mistério da dama de branco. No dia seguinte a uma aparição, eles pegaram pás e picaretas e começaram a quebrar a pedra. E para a surpresa e todos, o que haviam encontrado na parede? O corpo de uma mulher, ainda em estado de decomposição. Com vermes saindo pelos olhos e pela boca, ofuscados pela claridade. Um pedaço de pano que serviu de mordaça em volta de seu pescoço ainda guardava vestígios de sangue. No crânio da mulher, um buraco que parecia ter sido feito a bala e muitas cordas e lençóis para amarrar a vítima de tamanha brutalidade.
A polícia foi chamada para investigar o fato e descobriram que essa mulher que estava enterrada na parede da casa havia sido assassinada pelo marido, que foi acusado do crime mas nunca encontraram o corpo para as provas. O homem ficou livre e morando na mesma casa. Até falecer em sua própria residência. Sozinho e abandonado. Porém, agora queimando no fogo ardente pela crueldade que havia feito com sua esposa que tanto o amava.
A família passou alguns dias com alguns parentes para se recuperar do choque. E depois da descoberta do corpo a dama de branco nunca mais foi vista pela casa. Agora ela descansa em paz.
Fonte desconhecida!
sexta-feira, 26 de março de 2010
Jogo do Compasso-História de Terror

Três jovens com idade de quinze anos cada um, descobrem em um livro uma brincadeira onde se usa um compasso e um círculo com letras para atrair espíritos e poder prever o futuro. Era década 70 onde muitas coisas novas estavam sendo descobertas. Assim fizeram, Alice, Rogério e Ludmila. Se ruiniram na casa de Alice que estaria sozinha em uma noite de luar naquele verão. Sentaram-se na mesa da cozinha, desenharam um círculo em um papel, escreveram as letras do alfabeto acompanhando o desenho e as palavras "Sim" e "Não" nas laterais. Antes de começarem eles conversam e com um pouco de medo se certificam do ato. Rogério começa, segura o compasso no centro e pergunta se eles podem iniciar as brincadeiras: O compasso gira, gira e cai no Sim. As meninas começam a rir e dizem que ele fez de propósito, mas Rogério jura que não. Ludmila é a segunda a mexer e pergunta se o espírito que está com eles é homem ou mulher, e mais uma vez o compasso gira mas não aponta para nenhum lugar, ela desiste e passa a vez para Alice que insiste na mesma pergunta mas desta vez eles constatam que quem está com eles é um homem. Os amigos muitas vezes param e começam a rir um das caras dos outros mas com o passar das horas o assunto vai ficando sério. Em uma de suas perguntas Rogério questiona o espírito sobre como haveria sido sua morte. A resposta é breve: "Dolorosa" o compasso soletra em suas voltas. Eles cada vez mais vão ficando curiosos, e vão se esquecendo que quanto mais tempo eles segurarem um espírito mais almas poderão ser atraídas para perto deles. Alice faz uma pergunta curiosa e assustadora: "Como era a pessoa que havia matado Paul, como era chamado o homem americano que estava em forma de espírito respondendo as perguntas." Letra por letra o compasso roda, e ele descreve como uma pessoa de máscara branca e roupa preta que com uma faca o esquartejou.Alice fica assustada e larga o compasso que misteriosamente faz um pequeno movimento na mesa, mas que ninguém percebe.
Já completava duas horas que eles estavam atraíndo espíritos para dentro da casa de Alice. Ludmila começa a duvidar da veracidade do espírito e pede uma prova. O compasso roda, roda, roda e nada acontece quando Ludmila que estava apoiada na mesa acaba escorregando e enfiando a ponta do compasso em sua mão. O corte havia sido bem grande e muito sangue estava na mão esquerda da menina. Os amigos desistem na hora da brincadeira e ajudam a fazer curativos.O que eles não esperavam era que a maldição estava apenas começando. Um mês depois do susto eles decidem terminar a brincadeira, porque assim como tinham pedido para entrar na brincadeira, com o acidente de Ludmila haviam esquecido de perdir para sair. Recomeçam o jogo, Rogério pede para que Paul retorne mas não tem resultados o mesmo aconteceu com Alice e com Ludmila foi diferente, Paul retorna e gira o compasso até se formar a palavra "Sorry" onde dizia-se responsável pelo acidente da menina. Todos ficam aterrorizados e conseguem sair da brincadeira e juram guardar segredo sobre aquilo. Dez anos se passam. Alice, Rogério e Ludmila não se falavam mais devido ao rumo que a vida de cada um havia tomado. Ludmila havia se tornado uma pessoa que se interessava por assuntos místicos e acabou descobrindo que quando uma pessoa é ferida em alguma brincadeira com espírito ela carregaria o mal por toda sua vida. Com isso, começou a buscar ajuda em vários lugares espíritas. Pensando estar livre, segue sua vida com muita felicidade. Agora nos dias atuais, Ludmila já estava casada e tinha uma filha de 7 anos. Nos últimos meses ela não estava muito bem, na maior parte do tempo sentia-se inquieta e tinha muitas dores na mão onde o compasso havia machucado. Ela já havia deixado o espíritismo de lado, mas volta a pegar seus livros para fazer algum ritual de cura. Assim em uma noite em que ela estava sozinha, fez várias rezas, sentiu-se mais leve e foi dormir. Seu marido chega por volta das onze horas da noite com sua filha pois haviam ido à uma festinha de aniversário. Ludmila nem percebe e dorme em sono profundo. Passava das duas da manhã, Ludmila se levanta sem fazer qualquer barulho, parecendo estar com hipnose vai até o escritório da casa pega um estilete e caminha em direção ao quarto de sua filha, entra quieta chega perto da menina. A pega pelo pescoço e com uma força animal a joga contra a porta do quarto, a pequena criança perde a fala e não consegue gritar. O pai dormia profundamente e nada ouviu pois o quarto do casal ficava no andar de cima da casa. Ludmila ergue o estilete e violentamente ataca sua filha que tenta se defender com a mão mas de que nada adianta. A criança quase morrendo olha para Ludmila e diz "Mamãe te amo" e caí toda ensangüentada perto da porta de seu quarto que estava com a marca de sua mão.Ludmila em transe segue para seu quarto com a intensão de matar seu marido, mas desta vez utiliza de uma faca que pegou na cozinha. Com muito ódio dá um golpe certeiro em seu marido que morre na hora, após isso passa a faca no corpo arrancando toda a pele. Muito sangue estava na cama, Ludmila muito calma se deita como se nada tivesse acontecido. Dorme por umas duas horas, o relógio marca quatro da manhã, Ludmila acorda com um barulho, quando olha para seu lado vê muito sangue e seu marido morto, grita desesperadamente e sai correndo pela casa. Quando chega na sala se depara com um vulto de um pessoa alta. Ela se assusta e fica sem reação, aquela coisa se aproxima dela e diz que ela o libertou do mundo dos mortos quando matou seus dois familiares e diz que ele esteve dentro dela desde o dia da brincadeira do compasso onde ela havia se machucado. Ludmila olha no rosto e nota que possui uma máscara branca, capa preta e uma faca em sua mão, do mesmo modo que o espírito havia contado para eles no dia da brincadeira. Na verdade Paul apenas iludiu os garotos e ele não era uma simples pessoa e sim um dos Demônios das trevas agora livre. O espírito ficou dentro dela por todos esses anos até achar um modo de sair e ficar livre. O dêmonio olha para Ludmila e sem piedade enfia a faca em seu olho, a lâmina atravessa e sai do outro lado da cabeça. E assim como ela fez com seu marido, o espírito fez com ela, arrancou sua pele e com seu sangue, perto de seu corpo escreveu "Sorry", a mesma palavra que ela viu quando havia se machucado durante a Brincadeira do Compasso.
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